quinta-feira, 29 de maio de 2014

Havera patriota entre nós?

PALAVRAS DE UM BRASILEIRO ENVERGONHADO,

                 MAS NÃO EMBRIAGADO


                                          Por: Carlos Mendes


Depois de toda vida gasta em busca do saber,

Os exemplos atuais acusam essa lida

Como coisa escolhida por humana presunção.

É melhor um presidente sob efeito de bebida,

Discursando futilmente ante tal ebulição?

 

Explica-me, ó tu,  eleitor do ébrio Lula:

"Se ocorrer questão "malígna e iminente",

a quem caberá escrever a indispensável "bula"?,

Não pode ser um ébrio, que no porre entregará sua gente

A  inimigo ruim, que não contém da sanha a gula?

 

Do valor dado a favor da eficácia descaída,

Toda uma nação roubada?... Envergonhada,

Ante o cambaleio do porre por muita "batida"?...

Essa não! Vai ser burro lá na Esplanada

Onde o presidente é teu. e tu? Estás em sua boiada!

sábado, 24 de maio de 2014

Contos Ligeiros é a literatura mais lida no Brasil.

Contos Ligeiros teus fiéis companheiros nas viagens Fiéis aos textos da Bíblia Sagrada, tal como foi inspirada por Deus aos patriarcas, profetas e discípulos de Jesus Cristo. VERSÕES: Edições Paulinas, com o "Imprimatum” Scti. Pauli; 11-V-1967. Versões: Almeida Revista e Atualizada, (Sociedade Bíblica do Brasil); Bíblia Santa, Givanni Diodatti, 1649. Mas, muito cuidado ao selecionar a versão bíblica que lhe proporcione uma sintonia perfeita entre o prazer de uma boa e agradável leitura de um “Conto Ligeiro”, se o quiser fazer, o que será ta,mbém de grande proveito, confira os desfechos dos Contos consultando as seguintes edições da Bíblia: : Edições Paulinas, exclusivamente a Biblia que conta com o: "Imprimatum” Scti. Pauli; 11-V-1967; outras versões totalmente confiáveis quanto à origem provinda da verdadeira revelação feita por Deus através, primeiro, dos patriarcas; depois dos seus profetas e finalmente de sei Filho Amado e Eterno, Jesus Cristo, com registros anotados por seus apóstolos. Estas duas outras Bíblias são: “Edição Almeida Revista e Atualizada”, preferencialmente (Sociedade Bíblica do Brasil); Há outras desta Sociedade, que são totalmente confiáveis. E, finalmente, “Bíblia Santa, Givanni Diodatti, 1649”. E somente estas fontes são confiáveis por traduzirem com fidelidade a Revelação que Deus transmite ao homem (transmite, porque Eterno é o Senhor Deus). Nestas versões você pode confiar. Quem o afirma é este, que já conversa com Elas há mais de quarenta anos, interruptamente, sem nunca Nelas encontrar particulares interpretações, como são as que foram produzidas para servirem intentos apóstatas de meros religiosos. Como alerta, recomendo o importantíssimo o procedimento dos bereanos (Leia Lvro de Atos: 17:10 a 12), no mínimo. Além deste valor particularmente inefável, no qual esta obra de Carlos Mendes está apoiada, há também o puro prazer que uma boa e agradável leitura proporciona. E estes Contos Ligeiros são lidos entre cinco a trinta minutos (alguns um pouco mais), proporcionando instrutivo passa-tempo com os seus temas variados. Muitos adquirem esta coleção de “Contos Ligeiros” para lê-los durante uma viajem de pequena, média, ou longa duração, pois o conteúdo pode suportá-los, bastando pedir conforme Tomos 01, 02 ou 03. Neles há belas histórias, que além de recreá-lo também o inspirarão. Boa e proveitosa leitura, leitor e amigo! Carlos Mendes Escritor, poeta e colunista de jornais de circulação diária e semanal. EM BREVE NAS LIVRARIAS, MAS PODE PEDIR JÁ PELO ENDEREÇO: amigosdasletras@terra.com.br—Escreva; ASSUNTO CONTOS

terça-feira, 13 de maio de 2014

Hábito de beber de Lula se torna preocupação nacional
 Larry Rohter, New York Times
     Luiz Inácio Lula da Silva nunca escondeu seu apreço por um copo de cerveja, uma dose de uísque ou, melhor, um trago de cachaça, o potente aguardente do Brasil. Mas alguns de seus conterrâneos começaram a se perguntar se a predileção do presidente por bebidas fortes está afetando sua atuação no governo.
     Nos últimos meses, o governo de esquerda de Lula tem sido atacado por uma crise atrás da outra, variando de um escândalo de corrupção ao fracasso de programas sociais cruciais. O presidente tem se mantido distante das atenções e deixado seus assessores fazerem grande parte do trabalho pesado. Isto tem provocado especulação de que seu aparente não envolvimento e passividade poderiam estar de alguma forma ligados ao seu apreço pelo álcool. Mas aqueles que o apóiam negam os relatos de consumo excessivo de bebida.
    Apesar de líderes políticos e jornalistas estarem cada vez mais falando entre eles sobre o consumo de álcool de Lula, poucos estão dispostos a expressar seus receios publicamente. Uma exceção foi Leonel Brizola, o líder do Partido Democrático Trabalhista de esquerda, que foi companheiro de chapa de Lula na eleição de 1998, mas que agora teme que o presidente esteja ''destruindo os neurônios em seu cérebro''. ''Quando eu fui candidato a vice do Lula, ele bebia muito'', disse Brizola, atualmente um crítico do governo, em um recente discurso. ''Eu o alertava de que a bebida destilada é perigosa. Ele não me ouviu e, segundo dizem, continua bebendo.''
   Durante uma entrevista no Rio de Janeiro, em meados de abril, Brizola elaborou sobre as preocupações que expressou para Lula, mas que foi ignorado. ‘‘Eu lhe disse: 'Lula, eu sou seu amigo e camarada, e você precisa pegar essa coisa e controlá-la'‘‘, ele se recordou. ‘‘Não, não tem perigo, está sob controle’‘, lembrou Brizola, imitando a voz do presidente, deste ter respondido. ‘‘Ele resistiu, e continua resistindo’‘, continuou Brizola. ‘‘Mas ele tinha um problema. Se eu bebesse como ele, eu estaria frito.’‘
     Os porta-vozes de Lula se recusaram a discutir o hábito de beber do presidente, dizendo que não dariam uma resposta formal a acusações infundadas. Em uma breve mensagem por e-mail respondendo ao pedido de comentário, eles consideraram a especulação de que ele bebe em excesso como ‘‘uma mistura de preconceito, desinformação e má fé’‘.
     Lula, um ex-metalúrgico de 58 anos, provou ser um homem de apetites e impulsos fortes, o que contribui para seu apelo popular. Com uma mistura de simpatia e divertimento, os brasileiros assistiram seus esforços para não fumar em público, seus flertes em eventos públicos com belas atrizes e sua contínua batalha para controlar o peso, que disparou logo após ter assumido o governo em janeiro de 2003.
    Além de Brizola, os líderes políticos e a mídia parecem preferir lidar com o assunto de forma indireta. Sempre que possível, a imprensa brasileira publica fotos do presidente com olhos turvos e rosto corado, e constantemente faz referências tanto aos churrascos de fim de semana na residência presidencial, nos quais a bebida corre solta, e aos eventos de Estado nos quais Lula nunca é visto sem uma bebida na mão.
     ‘‘Dou um conselho para Lula’‘, escreveu o provocador colunista Diogo Mainardi em uma edição de março da ‘‘Veja’‘, a principal revista de notícias do país, desfiando uma lista de artigos contendo tais referências. ‘‘Pare de beber de público’‘, ele aconselhou, acrescentando que o presidente se tornou o ‘‘maior garoto -propaganda da indústria do álcool’‘ com seu consumo explícito.
     Uma semana depois, a mesma revista publicou uma carta de um leitor preocupado com o ‘‘alcoolismo de Lula’‘ e seus efeitos sobre a capacidade de governar do presidente. Apesar de alguns sites se queixarem há meses de ‘‘nosso presidente alcoólatra’‘, foi a primeira vez que imprensa nacional principal se referiu a Lula desta forma.
    Historicamente, os brasileiros têm motivo para preocupação diante de qualquer sinal de hábito de consumo excessivo de bebida por parte de seus presidentes. Jânio Quadros, eleito em 1960, era um notório consumidor de bebidas que disse certa vez: ‘‘Bebo porque é líquido’‘. Sua renúncia inesperada, após menos de um ano no governo, durante o que dizem ter sido uma maratona de bebedeira, iniciou um período de instabilidade política que levou a um golpe em 1964 e 20 anos de dura ditadura militar.
    Se Lula tem realmente ou não um problema com bebidas, a questão penetrou na consciência popular e se tornou motivo de piada. Quando o governo gastou US$ 56 milhões no início do ano para comprar um novo avião presidencial, por exemplo, o colunista Cláudio Humberto patrocinou um concurso para dar um nome ao avião. Um dos vencedores, lembrando que o avião do presidente americano se chama Força Aérea Um, sugeriu que o avião de Lula deveria ser designado ‘‘Pirassununga 51’‘, o nome da marca mais popular de cachaça.
    Outra sugestão foi ‘‘Movido a Álcool’‘, uma brincadeira com o plano do governo para encorajar o uso de etanol como combustível para carros. A especulação sobre os hábitos de beber do presidente foi alimentada por várias gafes que ele tem cometido em público. Como candidato, ele ofendeu os moradores de uma cidade considerada paraíso dos gays ao chamá-la de ‘‘um pólo exportador de 'veados'‘‘, e como presidente, seus deslizes em público continuaram e se tornaram parte do folclore político brasileiro.
    Em uma cerimônia realizada aqui em fevereiro para anunciar um grande novo investimento, por exemplo, Lula se referiu duas vezes ao presidente da General Motors, Richard Wagoner, como presidente da Mercedes-Benz. Em outubro, em um dia em homenagem aos idosos do país, Lula disse para eles: ‘‘Quando se aposentarem, por favor, não fiquem em casa atrapalhando a família. Tem que procurar alguma coisa para fazer’‘.
    No exterior, Lula também cometeu seus tropeços. Em uma visita ao Oriente Médio no ano passado, ele imitou o sotaque árabe falando português, com os erros de pronúncia e tudo, e em Windhoek, Namíbia, disse que a cidade parecia ser tão limpa que ‘‘nem parecia a África’‘.
    Os assessores e simpatizantes de Lula respondem que tais deslizes são apenas ocasionais, que são esperados de um homem que gosta de falar de improviso e que não têm nada a ver com seu consumo de álcool que, a propósito, descreveram como sendo moderado. Eles dizem que ele está sendo comparado ao padrão diferente -e injusto- de seus antecessores, porque ele é o primeiro presidente do Brasil vindo da classe trabalhadora e que cursou apenas até a sexta série.
    ‘‘Qualquer um que já tenha estado em recepções formais ou informais em Brasília testemunhou presidentes bebericando uma dose de uísque’‘, escreveu recentemente o colunista Ali Kamel no jornal ‘‘O Globo’‘, do Rio de Janeiro. ‘‘Mas sobre o fato nada leu a respeito dos outros presidentes, somente de Lula. Isso cheira a preconceito.’‘
     Lula nasceu em uma família pobre em um dos Estados mais pobres do país, e passou anos liderando sindicatos trabalhistas, um ambiente famoso por alto consumo de bebida. A imprensa brasileira já descreveu repetidas vezes o pai do presidente, Aristides, a quem ele mal conheceu e que morreu em 1978, como sendo um alcoólatra que abusava de seus filhos. São inúmeras as histórias de episódios de bebedeira envolvendo Lula. Após uma noite na cidade, quando foi membro do Congresso no final dos anos 80, Lula desceu do elevador no andar errado do prédio onde morava na época e tentou arrombar a porta de um apartamento que achou que era o seu, segundo políticos e jornalistas daqui, incluindo alguns que são ex-moradores do prédio.
    ‘‘Sob Lula, a caipirinha virou bebida nacional por decreto presidencial’‘, disse no mês passado o jornal ‘‘Folha de S. Paulo’‘, em um artigo sobre a ligação de Lula com o álcool e se referindo ao coquetel feito com aguardente.

Permitam um único comentário do leitor deste artigo, que abaixo deixa registrado o seu nome.

Fui igual à maioria das pessoas que não vêem restrição nos usos considerados normais. Hoje em dia, o consumo do álcool tem ainda menores restrições, tanto no uso restri (em casa), quanto mais largamente social. No meu tempo, os homens formavam a maior parcela dos consumidores de álcool, o que, atualmente pertence indistinto, quando se pensa em homem e mulher. Faz parte de um uso estendido para toda a sociedade que dele queira fazer parte, já atingindo inclusive permissões a adolescentes e até mesmo a crianças, a maior parte ainda não sob certas permissões paternas.

É, portanto, um “hábito de consumo” que se generaliza, em alguns casos excessivamente, preocupando até mesmo as famílias que sustentam esse cponsumo, seja exagerada ou moderadamente.

Ora, bebida alcoólica ainda não pertence, por exemplo, ao consumo dos lactentes sob regime de amamentação, parecendo-nos mesmo um absurdo a sua permissão à este nível de vida pueril.

Então, na qualidade de ex-consumidor de bebida alcoólica com alguns registros de elevada embriaguez, não posso dizer que durante esses citados registros fui uma pessoa a quem se pudesse entregar os cuidados, mesmo de pequena gravidade, pois certamente (com o perdão do termo que empregarei para dar mais realidade, ou ênfase, ao que eu entendo como “compromisso de responsabilidade com atos públicos”, extemporâneos e mesmo simples, pois certamente faria “besteira” com probabilidade de prejuízo.

E quanto a alguém investido da respo0nsabilide de um “Presidente da República”, ou se quiserem “Chefe de um Estado”? Um homem desse, obviamente não tem a possibilidade de estar em perfeito “estado de vigília”, isto é, acordado, durante vinte e quatro horas por dia, mas também não tem qualquer direito de estar nem mesmo um pouco de tempo sem capacidade total de lucidez de espírito para decidir, por exemplo, de que forma o szeu país deve reagir contra um ataque estranho aos interesses do seu país, equivalendo isto a dizer: “dos interesses dos cidadãos abrigados pelo formidável poder que está sob seu controle pessoal. O vice, é sempre, para o eleitor ajuizado, um risco a mais a ameaçá-lo.

Pessoalmente quero declarar, finalmente que eu jamais elegeria Lula depois de conhecer sua fraqueza para a bebida.

E isto é tremendamente razoável! Poque? Perguntem a um treinador olímpico se convocaria o maior atleta nacional depois de saber que ele, vez ou outra, deixa escapar uma medalha por causa de problema alcoólico!
 




































































































































































segunda-feira, 28 de abril de 2014

A DISSIOMETRIA E MARCO AURÉLIO

HOJE, NO SITE DA  REVISTA VEJA
28/04/2014           28/04/2010

Marco Aurélio reage a Lula: “É um troço doido; é o sagrado direito de espernear”

Por Reinaldo Azevedo

O ministro Marco Aurélio Mello, do STF, reagiu à crítica bucéfala() que Lula fez ao julgamento do mensalão em entrevista à TV portuguesa RTP. Segundo o ex-presidente, o processo teve “80% de política e 20% de decisão jurídica”. Com a ironia2 costumeira, considerou o ministro, segundo informa a Folha Online: “Não sei como ele tarifou(3), como fez essa medição. Qual aparelho permite isso? É um troço de doido”.
Marco Aurélio foi um dos ministros que acabaram achando, na fase dos embargos infringentes, que houve penas excessivas. De forma indireta, lembrou isso em sua fala, mas considerou: “Só espero que esse distanciamento da realidade não se torne admissível pela sociedade. Na dosimetria,(4) pode até se discutir alguma coisa; agora a culpabilidade não. A culpa foi demonstrada pelo estado acusador”.
Para Marco Aurélio, Lula está apenas recorrendo a seu “sagrado direito de espernear”. E lembrou algo que já observei aqui: “No final do julgamento, eram só três ministros não indicados por ele. A nomeação é técnico-política e se demonstrou institucional. Como eu sempre digo: ‘Não se agradece com a toga’”.
Na mosca! Lula apostava que os ministros nomeados por ele fariam as suas vontades. Na sua cabeça perturbada pelas trocas políticas mais indignas, esperava que seus amigos fossem absolvidos em sinal de agradecimento dos que foram por ele indicados. Lula entende de relações de compadrio e de suserania(5)  e vassalagem, não de democracia.

Carlos Mendes
(http://egeneto.blogspot.com
Querendo tonar mais fácil a compreensão deste texto do insigne jornalista da VEJA, acrescento o que vai abaixo:
(1)Bucéfala - Azevedo pode ter querido se referir à uma análise  feita por uma “velha e ordinária cavalgadura”).  Se essa foi a orientação, mais adiante intiída.
(2) podemos entender que o jornalista deu à palavra “ironia” a conotação “desprezo”, expediente costumeiro de quem entende bem o ponto, mas o despreza pela má índole psicolócica de quem é comentado, ou entra no argumento
(3) O autor pode ter feito uma ironia pura, referindo-se com sarcasmo ao conhecimento real  da tarifação(*) decisória do PT sobre os supra-acréscimos orcamentários nos invenstimentos públicos (Trarifação = impedir os conluios (que neste caso da ironia é: abrir margem para eles, “os conluios”_(conluio = Combinação entre pessoas para mau fim; conspiração; trama.
(4) “Dosimetria”: Esta é uma boa! Dossimetria é termo da medicina. É um sistema ou método farmacológico que consiste em compor os medicamentos com substâncias medicamentosas com doses pequenas (o que são, certamente, as pequenas penas, que são os políticos-criminosos brasileiros cumprindo penas (?) por seus crimescontra a sociedade brasileira) Ora, o antigo ministro do Lula faz depois uma relação de culpa-e-castigo, dizendo que este (castigo) não é tão grave quanto querem (a sociedade) pela culpa!  E quem foi o “Acusador”, senão o próprio Estado Brasileiro, (que Reinaldo Azevedo, numa outra ironia denunciadora da desfaçatez ouvida, agora do antigo ministro, coloca em letra minúscula, para fazer a descarada alusão de  Aurélio na relação CULPA e CASTIGO, que está implicitada no argumento da “dosiometria”, o que tem a ver com a mencionada “toga”, ou magistratura, esclarecendo este argumento as palavras finais do grande Reinaldo Azevedo
Suserania - Distribuição de terras cosnquistadas (aqui se compreenda “confiscadas) segundo o critério e condições de um seserano
(6)) Suserano s.m. ant;  Senhor de um domínio feudal a cujos vassalos outros terceiros tributavam vassalagem;  
Distribuição de terras conquistadas (no caso em apreço, confiscadas) segundo o critério e condições de um suserano (6
(6)Suserano  Senhor de um domínio feud\al.
Carlos Mendes
(http://egeneto.blogspot.com



sábado, 26 de abril de 2014

PARÊNESE



“Passei mais da metade da minha vida sem compreender o vazio que me afligia. Até que compreendi a “convivência com procedimentos aprovados”
CARLOS MENDES

     Palavras chave: DIRETÓRIO - PROCEDIMENTO

CONVIVÊNCIA – CONVIVER – CONVIVENTE

Palavras conf. O LUFT:
DI.RE.TÓ.RIO adj. 1. Que dirige; diretivo; diretor.
PRO.CE.DI.MEN.TO s.m. Modo de proceder; conduta; comportamento
CON.VI.VÊN.CIA s.f. Ação ou efeito de conviver; convívio; trato diário.(LUFT)

Palavras conf. O AULETE:
CON.VI.VER v.t.,int. Viver em comum. => convivente adj.2g. e s.2g. (AULETE)
CON-VI-VEN-TE , adj. Que vive com outrem em relações de amizade; || (Brás.) Sociável, afável, que procura a ao companhia ou convivência. (IDEM)

Será que algum dia usarei esat sigla DIPROA?...


PARÊNESE
Amor Beneficente 
           
         Desiludi-me definitivamente diante dos in- vestidos com poder e com os seus sinetes de autoridade oficial solenemente declarada sobre eles.
Mesmo vista por um reles e obtuso mortal e observante do dano que praticam tais investidos, parecem-lhe deuses do infamante Olimpo organizado aqui na “Terra do Homens”.
       Se, a priori, disserdes que me tornei um rebelde, entendendo que me rebelo contra as leis que regulamentam o viver em sociedade, não julgareis conforme a sã consciência! Há que respeitar o “à multiplicidade” dos viventes, bem sei. São meus pares e muito grande é a diversidade de caracteres formados pelas culturas deste mundo.       Sou inimigo do paganismo, o qual congrega em seu seio indivíduos iguais a mim, com a diferença moral e ética da crença que me foi ensinada e que tanto progresso construiu sobre o caráter de um homem e de uma mulher que só dobravam os seus joelhos ao único Deus, revelado em Jesus Cristo, e que com Ele aprenderam a obediência devida a Deus, mas também às autoridades constituídas aqui da terra.
       Mas, assim como tu, sou um ente político. Talvez diferente de ti no entendimento do que seja a política, mas com iguais direitos de julgá-la e agir com soberana admissão do que lhe faculta a idéia de política, esta sob os dois emblemas que aqui em nosso Brasil são proclamados: republicano e democrático.
       Mas, além do sentimento de liberdade que estes dois regimes políticos devem assegurar-me – cabendo esta obrigação a meros homens mortais como eu sou, eu, também no campo espiritual vivo aqui neste meu Brasil sob a fé, que também no campo espiritual faz de mim um ente livre para proclamá-la, ainda que a tenha herdado esta declaração de tradição bíblica, (de Bíblia Livro de Deus), fato que só pela fé se alcança, pois se lido e meditado sob os auspícios da fé, torna-se Ele um tesouro de revelações benignamente reconfortantes sobre quem somente na Revelação de Deus crê, passando por ela a viver a experiência de um Tântalo cujos pés estão fincados com convicção inabalável à terra, e a cabeça roçando pela fé os paramos celestiais onde Deus habita. Fé! Que o Evangelho proclama ser: “A certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem”
       Céu, onde um dia lá chegarei, não porque eu seja um ser humano especial mas porque pela fé em Cristo ganhei essa morada eterna! Pela fé a morte de Cristo por mim não se tornou vã ao ensinar-me: Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”
(Bíblia de Estudos Almeida Revista e Corrigida -1969)

“Com efeito, Deus amou tanto o mundo que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que crê nele não pereça, mas tenha a vida eterna”
(Bíblia Edições Paulinas – Imprimatum Scti Pauli, 11-V-1967) 

Diante de um tal Amor manifestado por Deus, respeitarei os homens, especialmente os investidos de autoridade aqui na terra.
Mas, se também estou com eles aqui na terra, sempre estarei sujeito aos bestiais desmandos que alguns políticos e outras autoridades em geral poderão praticar contra mim... Assim como contra ti, leitor amigo!
Rende-te a Cristo e ganharás outra Pátria. Eterna e Bendita. Pátria onde Deus habita.

Agora, mudando um pouco esse tom duplamente matizado: Terra e Céu, prepara-te para ler o romance “Observatório do Inferno”
Porque,
“Observatório do Céu” só estando lá se poderia escrever. Mas seria um livro inútil, pois não haveria mais leitores para ele.
Procura Saber o porque!

Carlos Mendes
http://egeneto.blogspot.com


quinta-feira, 10 de abril de 2014

Até prática de boa-ação precisa contornps de delicadeza política!!!

A democracia que queremos
Aos deputados federais:
Exigimos que V. Exas sigam o exemplo do Senado e votem imediatamente a favor da PEC da Iniciativa Popular, que concede aos cidadãos brasileiros mais chances de participação no processo de criação de leis e políticas. A voz do povo, nas ruas e online, está elevando nossa democracia a um novo patamar de cidadania ativa. As propostas de reformas para a iniciativa popular são um grande passo na direção certa para nosso país se tornar uma democracia do século XXI e abrir um precedente para o restante do mundo.

Parte superior do formulário


                500,000
119,761
119,761 assinaram. Vamos chegar em 500,000
Postado:  16 julho 2013
A onda de democracia que está varrendo o país pode nos trazer
 uma vitória histórica: na última semana, o Senado aprovou um projeto que facilita o processo que torna as iniciativas populares em lei, após a Avaaz ter sido mencionada várias vezes no debate! Vamos agora construir uma mega petição para selar o acordo na Câmara! 

Atualmente se quisermos forçar o Congresso a debater alguma legislação, como a Ficha Limpa, precisamos de um processo extremamente oneroso que nos obriga a recolher assinaturas, em papel, de 1% do eleitorado, ou seja, cerca de 1,3 milhão de pessoas. Este sistema leva uma eternidade, desestimulando a participação cidadã. Mas esta semana
 o Senado concordou em reduzir pela metade o número de assinaturas necessárias e disse que elas podem ser ser recolhidas online! Infelizmente, esta reforma fundamental pode cair no esquecimento dos deputados se não agirmos - e rápido. 

O Congresso entrará em recesso por duas semanas, mas se unirmos um milhão de vozes pela ação dos nossos deputados, podemos forçá-los
 a fazer desta a prioridade número 1 em suas agendas e que endossem a proposta do Senado assim que eles voltarem das férias. Temos 24 horas para começar a criar uma mobilização gigante! Vamos juntar nossas vozes agora – e compartilhar com todos nossos amigos – dando um passo gigante rumo à verdadeira democracia no Brasil.
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Eis uma postagem da Avaaz, entidade que tenho apoiado algumas iniciativas expressas em seus “Manifestos”, e louvável a maneira como as expressa, reivindicando o apoio dos cidadãos brasileiros, tomando o cuidado de evitar expô-los aos acometimentos sempre mais piorados dos políticos de nosso país, os quais vivem sob uma salada mista de partidos de tudo quanto é cor ideológica (32 registrados atualmente no TSE), permitindo ainda uma intencional existência de esmagadoras maiorias  de partidos fraquíssimos (chamado nanicos), que existem tão somente para formarem alianças - (a troc$o de que?) – com os partidos maiores nesta ou naquela eleição.
É louvável o cuidado da Avaaz para não expor a opinião de eleitores às presunções autoritárias dos nossos atuais políticos, pois atualmente o povo é, para eles, como “cães vira-latas”, isso não se podendo aceitar, numa nação que se intitula democrática (interessante a quase omissão de um outro importante perfil político que configura plenamente o ideal democrático. Falo da res-pública = Coisa Pública, donde: “República”.
A troc$o do que a quase omissão do termo “República” e, ainda, a multiplicidade[1] de partidos?
Primeiro (República) porque é próprio dela a “Democracia”, pois República é “coisa pública”, isto é do povo como um todo, o que faz da política coisa do povo e não do povo, reféns dos políticos [2]. Políticos” são servidores que o povo elege, isto é “investe de sua autoridade” os servir. Mas, o que aqui no Brasil se vê é o político humilhar os que nele votaram com mandatos próprios de gente de mal caráter?
Dá para entender e suportar esta contradição, que atenta contra a verdadeira autonomia e liberdade real de um povo?
As instituições políticas e todos os aparelhamentos legais que as garantam como instituições democráticas a serviço da nação, elas são indispensáveis, porque a ordem[3] é indispensável para o bem estar de todos os cidadãos de uma nação. Mas, ultrapassar a ordem que tem o povo como objeto dos cuidados de um Estado, é abuso de autoridade, o que não pode continuar acontecendo entre nós brasileiros.
Carlos Mendes

MUL.TI.PLI.CI.DA.DE s.f. Qualidade de multíplice; variedade; complexidade
2        Políticos: Da Polys (do povo)
Ordem s.f. a). Disposição conveniente das coisas, no espaço e no tempo. b). Arranjo; boa disposição. c). Disciplina.. d). Mandado; determinação