terça-feira, 8 de abril de 2014
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Não à maior execução em massa
A pauta de hoje quase fechada, chegam-me duas matérias alarmantes a primeira com uma conclamação da avaaz (título acima), para que o mundo se manifeste contra a execução de 528 pessoas no Egito,. Imediatamente ocupei-me deste dever humanitário e passo adiante o link pelo qual podem os meus ilustres seguidores a também clamarem (temos apenas 10 dias para fazê-lo). Os amigos solidários contra essa babárie podem comnicar-se com a avaaz pelo e-mail: "Alice Jay - Avaaz.org" <avaaz@avaaz.org>, que lhe dará o link onde será devidamente comunicado o clamor em prol dos egípcios qque estão para ser executados.
E como se nestes últimos tempos desgraça pouca seja bobagem, especialmente nós brasileiros bem o sabemos, pois temos cá a maldição de PT, Veja abaixo a terrível notícia que está mobilizando o mundo:
ONU preocupada com sumiço de abelhas – Das 100 espécies de lavoura que produzem 90% dos alimentos do mundo, mais de 70 são polinizadas por abelhas
E como se nestes últimos tempos desgraça pouca seja bobagem, especialmente nós brasileiros bem o sabemos, pois temos cá a maldição de PT, Veja abaixo a terrível notícia que está mobilizando o mundo:
ONU preocupada com sumiço de abelhas – Das 100 espécies de lavoura que produzem 90% dos alimentos do mundo, mais de 70 são polinizadas por abelhas
A Agência Ambiental das Nações Unidas alertou em um relatório
divulgado nesta quinta-feira que a população mundial de abelhas vai continuar
em declínio a não ser que o homem mude sua maneira de manejar o planeta.
Reportagem da AP.
América do Norte, Europa, o Oriente Médio e partes
da Ásia foram afetadas com perdas de milhões de abelhas, afirma o relatório. O
documento clama para que sejam oferecidos incentivos aos proprietários de
terras e fazendeiros para restabelecer o habitat das abelhas, incluindo flores
que são essenciais para a pertpetuação das abelhas.
O Departamento de Agricultura dos EUA afirmou que
as colônias de produção de mel diminuíram: de uma população de 5,5 milhões em
1950 para 2,5 milhões em 2007.
As abelhas são necessárias para polinizar as
colheitas que alimentam a crescente população mundial. Das 100 espécies de
lavoura que produzem 90% da comida que o mundo consome, mais de 70 são
polinizadas por abelhas, segundo o relatório das Nações Unidas.
“Os seres humanos fabricaram a ilusão de que no
século 21 eles teriam desenvolvido tecnologias o suficiente a ponto de se
tornarem independentes da natureza”, afirmou Achim Steiner, diretor executivo
do programa ambiental das Nações Unidas. “As abelhas ressaltam a realidade de
que somos mais dependentes dos serviços da natureza em um mundo que está perto
dos 7 milhões de habitantes.”
A economia global e o comércio internacional
aparentam estar contribuindo para as perdas de abelhas. Novas espécies de
petógenos que podem ser mortais para os insetos estão migrando de uma região
para outra como resultado das trocas comerciais, diz o relatório.
Peter Neumann, co-autor do relatório, afirmou que
a transformação das áreas rurais nos últimos 50 anos incentivou um declínio na
população de abelhas e outros polinizadores. O déficit está sendo compensado
por colônias manejadas e criação em escala industrial.
“Nós precisamos ficar atentos sobre o modo como
manejamos essas colônias, mas talvez mais importante que isso, precisamos
manejar melhor o planeta e as paisagens, para recolocar as populações de
abelhas selvagens em níveis salutares com custo-benefício aceitável”, disse
Neumann.
Na América do Norte, as perdas de colônias de
abelhas melíferas desde 2004 deixaram o continente com o menor nível de
polinizadores manejados dos últimos 50 anos.
Criadores de abelhas da China e do Japão também
reportaram recentemente perdas de colônias.
Uma das causas apontadas para o desaparecimento
dos insetos é o ácaro Varroa, que matou milheres de abelhas ba Europa, América
do Norte e no Oriente Médio. África, América do Sul e Austrália não têm
problemas com o Varroa.
Reportagem da AP, no Estadao.com.br.
EcoDebate,
11/03/2011
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Comentários (1)
Depois que a noticia sobre as
abelhas foi divulgada, isto já algum tempo atrás, Inclusive com a catastrófica
afirmativa de Albert Einstein, levou-me a uma curiosidade.
Atualmente é muito difícil
depararmos com enxames de abelhas.
Passei minha infância na área
rural, me lembro perfeitamente dos zumbidos das abelhas. E meu pai as capturava
atraindo-as para um caixote com a queima de uma erva, e odor adocicado da
fumaça era a armadilha. E ali elas ficavam e formavam sua colônia que
posteriormente nos serviam com seu delicioso mel.
Hoje sou um cidadão urbano, mas
tenho muitos amigos camponeses e os levei a essa pesquisa. Indagando sobre as
abelhas. A maioria deles afirmou que há muito tempo não viam enxames de
abelhas.
A minha pesquisa os alertou de
um problema que eles ainda não havia percebido, pois mesmo no campo a vida
atualmente é corrida e muitos atentam para outros interesses.
Levou-me a crer empiricamente
que esse sumiço deve-se a monocultura da cana de açúcar que é intensa na nossa
região, alem das queimadas que as afugentam, ocupam grande extensão de terras
excluindo totalmente de qualquer tipo de flor e locais para alojarem suas
colônias.
Enfim o homem está alterando em
demasia a natureza, as opções naturais das reações para regeneração estão
ficando em muitos casos quase nulas.
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quinta-feira, 27 de março de 2014
Ode Aos Mendes, família milenar
Ode Aos Mendes
Sou
Mendes, e o brio deste orgulho
Nascido
e envolto em Amor,
Em
pombos é meiguice de arrulho
Ressoando
nos ares com valor.
Criado
com mais cinco rebentos,
Orgulho
de minhoto e lisboeta
Outorgantes
de bons acatamentos
Opostos
aos soldados do capeta
Desde
além-mar, em agrupamentos
De
gente mui direita e não careta,
Ensinaram-nos
bons procedimentos
Compassados
por boa baqueta
Que
marcava sem constrangimentos,
Nossos passos por estrada
estreita.
São
co-autores deste soneto “Ode Aos MendeS”: Augusto (im memoriam) Carlos,
Narciso, Reinaldo, Arnaldo e Manuel Mendes
27
de março de 2014.
©Augusto,
Carlos, Narciso, Reinaldo, Arnaldo e Manuel Mendes.
NOTA:
Divulgar obra literária sem menção de autoria é crime.
domingo, 23 de março de 2014
Um documento que precisa ser meditado e repassado para todos os brasileiros lúcidos
Uma dissecação precisa sobre o caráter e personalidade do
Lula, que nos levq à certeza do ganho fraudulento nas urnas
eletrônicas em 2006.
A CAMINHO DOS 99,9999995
Há poucos dias, a imprensa anunciou
amplamente que, segundo as últimas pesquisas de opinião, Lula bateu de novo
seus recordes de popularidade e chegou a 84% de avaliação positiva. É,
realmente, algo “nunca visto nesse país” e eu fiquei me perguntando o que
poderemos esperar das próximas consultas populares.
Lembro-me de que quando o Lula chegou aos
70% achei que ele jamais bateria Hitler, a quem, em seu auge, a cultíssima
Alemanha chegara a conceder 82% de aprovação. Mas eu estava enganado; nosso
operário presidente já deixou para trás o psicopata de bigodinho e hoje só deve
estar perdendo para Fidel Castro e para aquele tiranete caricato da Coréia do
Norte, cujo nome jamais me interessei em guardar. Mas lula
tem uma vantagem sobre os dois ditadores, se realmente aqui as pesquisas
refletem verdadeiramente o que o povo pensa, pois, enquanto em Cuba e na Coréia
do Norte as pesquisas de opinião lembram o que se dizia dos plebiscitos
portugueses durante a ditadura lusitana: SIM, Salazar fica; NÃO, Salazar não
sai; brancos e nulos sendo contados a favor do governo... (Quem nunca ouviu
falar em Salazar, por favor, pergunte a um parente com mais de 60 anos).
Portanto, a popularidade de Lula ainda
“tem espaço” para crescer, para empregar essa expressão surrada e pedante, mas
adorada pelos economistas. E faltam apenas cerca de 16% para que o Lula possa,
com suas habituais presunções e imodéstia, anunciar ao mundo que obteve a
unanimidade dos brasileiros em torno do seu nome, superando até Jesus Cristo ou
outras celebridades menores que jamais conseguiram livrar-se de alguma
oposição...
Sim, faltam apenas 16%! Mas eu tenho uma
péssima notícia a dar a seu hipertrofiado ego: pode tirar o cavalinho da chuva,
cumpanhero, porque de 99,9999995% você não passa.
Como você não é muito chegado em
Aritmética, exceto nos cálculos rudimentares dos percentuais sobre os
orçamentos dos ministérios que você entrega aos partidos que constituem sua
base de sustentação no Congresso, explico melhor: o Brasil tem 200.000.000 de
habitantes, um dos quais sou eu. Represento, portanto, 1 em 200 milhões, ou
seja, 0,0000005% enquanto os demais brasileiros totalizam os restantes
99,9999995%. Estes, talvez, você terá, porque não há força neste ou em outros
mundos, nem todo o dinheiro com que você tem comprado votos e apoios nos
aterros sanitários da política brasileira, não há, repito, força capaz de mudar
minha convicção de que você foi o pior dentre todos os presidentes que tive a
infelicidade de ver comandando o Brasil em meus 65 anos de vida.
E minha convicção fundamenta-se em um
fato simples: desde minha adolescência, quando comecei a me dar conta das
desgraças brasileira e a identificar suas causas, convenci-me de que na raiz de
tudo está a mentalidade dominante no Brasil, essa mentalidade dos que valorizam
a esperteza e o sucesso a qualquer custo; dos que detestam o trabalho e o
estudo; dos que buscam o acesso ao patrimônio público para proveito pessoal;
dos que almejam os cabides de emprego, as sinecuras e os cargos fantasmas; dos
que criam infindáveis dinastias nepotistas nos órgãos públicos; dos que
desprezam a justiça desde que a injustiça lhes seja vantajosa; dos que
enriquecem através dos negócios sujos com o Estado; dos que vendem seus votos
por uma camiseta, um sanduíche ou, como agora, uma bolsa família; dos que são
de tal forma ignorantes e alienados que se deixam iludir pelas prostitutas da
política e beijam-lhes as mãos por receber de volta algumas migalhas do
muito que lhes vem sendo roubado desde as origens dos tempos; dos que são
incapazes de discernir, comover-se e indignar-se diante de infâmias.
Antes e depois de mim, muitos outros
brasileiros, incomparavelmente melhores e mais lúcidos, chegaram à mesma
conclusão e, embora sejamos minoria, sinto-me feliz e honrado por estar ao lado
de Rui Barbosa. Já ouviu falar nele? Como você nunca lê, eu quase iria
sugerir-lhe que você pedisse a algum dos seus in contáveis assessores que lhe
falasse alguma coisa sobre a Oração aos Moços... Mas, esqueça... Se você souber
o que ele, em 1922, disse de políticos como você e dos que fazem parte de sua
base de sustentação, terá azia até o final da vida.
Pense a maioria o que quiser, diga a
maioria o que disser, não mudarei minha convicção de que este País só deixará
de ser o que é – uma terra onde as riquezas produzidas pelo suor da parte
honesta e trabalhadora é saqueada pelos parasitas do Estado e pelos ladrões
privados eternamente impunes – quando a mentalidade da população e de seus
representantes for profundamente mudada. Mudada pela educação, pela
perseverança, pela punição aos maus, pela recompensa aos bons, pelo exemplo dos
governantes. E você Lula, teve uma oportunidade única de dar início à mudança
dessa mentalidade, embalado que estava com uma vitória popular que poderia
fazer com que o Congresso se curvasse diante de sua autoridade moral, se você a
tivesse. Você teve a oportunidade de tornar-se nossa tão esperada âncora moral,
esta sim, nunca antes vista nesse País. Mas não, você preferiu o caminho mais
fácil e batido das práticas populistas e coronelistas de sempre, da compra de
tudo e de todos. Infelizmente para o Brasil, mas felizmente para os objetivos
pessoais seus e de seu grupo, você estava certo: para que se esforçar, escorado
apenas em princípios de decência, se muito mais rápido e eficiente é comprar o
que for necessário, nesta terra onde quase tudo está à venda?
Eu não o considero inteligente, no nobre
sentido da palavra, porque uma pessoa verdadeiramente inteligente, depois de
chegar onde você chegou, partindo de onde você partiu, não chafurdaria nesse
lamaçal em que você e sua malta alegremente surfam, nem se entregaria a
seu permanente êxtase de vaidade e autoidolatria. Mas reconheço em você uma
esperteza excepcional: nunca antes nesse País um presidente explorou tão bem,
em proveito próprio e de seu bando, as piores qualidades da massa brasileira e
de seus representantes. Esse é seu legado maior, e de longa duração: o de haver
escancarado a lúgubre realidade de que o Brasil continua o mesmo que Darwin
encontrou quando passou por essas plagas em 1832 e anotou em seu diário: “Aqui
todos são subornáveis”. Você destruiu as ilusões de quem achava que havíamos
evoluído em nossa mentalidade e matou as esperanças dos que ainda acreditavam
poder ver o Brasil decente antes de morrer.
Você não inventou a corrupção brasileira,
mas fez dela um maquiavélico instrumento de poder, tornando-a generalizada e
fazendo permear até os últimos níveis da administração. O Brasil, sob você,
vive um quadro que em medicina se chamaria de septicemia[1] corruptiva. Peça ao Marco
Aurélio para lhe explicar o que é isso. Você é o sonho de consumo da banda
podre desse País, o exemplo que os funcionários corruptos do Brasil sempre
esperaram para poder dar, sem temores, plena vazão a seus instintos.
Você faz da mentira e da demagogia seu
principal veículo de comunicação com a massa. A propósito, o que é que você
sente, todos os dias, ao olhar-se no espelho e lembrar-se do que diz nos
palanques? Você sente orgulho em subestimar a inteligência da maioria e ver que
vale a pena?
Você mentiu quando disse haver recebido
como herança maldita a política econômica de seu antecessor, a mesma política
que você manteve integralmente e que fez a economia brasileira prosperar. Você
mentiu ao dizer que não sabia do mensalão; mentiu quando disse que seu filho
enriqueceu através do trabalho; mentiu sobre os milhões que a Ong 13, e sua
filha, recebeu sem prestar contas; mentiu ao afastar Dirceu, Palocci, Gushiken
e outros companheiros pegos em flagrante; mente quando, para cada platéia, fala
coisas diferentes, escolhidas sob medida para agradá-las; mentiu, mente e
mentirá em qualquer situação que lhe convenha.
Por falar em Ongs, você comprou a
esquerda festiva, aquela que odeia o trabalho e vive do trabalho de outros,
dando-lhe bilhões de reais através de Ongs que nada fazem, a não ser
refestelar-se em dinheiro público, viajar, acampar, discursar contra os
exploradores do povo e desperdiçar os recursos, que tanta falta fazem aos
hospitais.
Você não moveu uma palha, em seis anos de
presidência, para modificar as leis odiosas que protegem criminosos de todos os
tipos neste País sedento de justiça e encharcado pelas lágrimas dos familiares
de tantas vítimas. Jamais sua base no Congresso preocupou-se em fechar ao menos
as mais gritantes brechas legais pelas quais os criminosos endinheirados
conseguem sempre permanecer impunes, rindo-se de todos nós. Ao contrário, o
Supremo, onde você tem grande influência, por haver indicado um bom número de
Ministros, acaba de julgar que mesmo os condenados em segunda instância podem
permanecer em liberdade, até que todas as apelações, recursos e embargos sejam
julgados, o que, no Brasil leva décadas. Isso significa, em poucas palavras,
que os criminosos com dinheiro suficiente para pagar os famosos e caros criminalistas
brasileiros podem dormir sossegados, porque jamais irão para a cadeia.
Estivesse o Supremo julgando algo que interessasse ao seu grupo ou a suas
inclinações ideológicas, certamente você teria se empenhado de corpo e alma.
Aliás, Lula, você nunca teve idéias,
apenas ambições. Você jamais foi inspirado por qualquer anseio de Justiça.
Todas as suas ações, ao longo da vida, foram motivadas por rancores, invejas,
sede pessoal de poder e irrefreável necessidade de ser adorado e ter seu ego
adulado. Seu desprezo por aquilo que as pessoas honradas consideram Justiça
manifesta-se o tempo todo: quando você celeremente despachou para Cuba alguns
pobres desertores que aqui buscavam a liberdade; quando você deu asilo a
assassinos terroristas da esquerda radical; quando você se aliou à escória do
Congresso. Aquela mesma contra quem você vociferava no passado; quando concedeu
aumentos nababescos a categorias de funcionários públicos já regiamente pagos,
às custas dos impostos arrancados do couro de quem trabalha arduamente e ganha
pouco; quando você aumentou abusivamente as despesas de custeio, sabendo que
pouquíssimo da arrecadação sobraria para o investimentos de que tanto carece a
população; quando você despreza o mérito e privilegia o compadrio; e vai por ai...Justiça,
ora a Justiça, é o que você pensa...
Você tem dividido a nação, jogando
regiões contra regiões, classes contra classes e raças contra raças, para tirar
proveito das desavenças que fomenta. Aliás, se você estivesse realmente
interessado, como deveria, em dar aos pobres, negros e outros excluídos as
mesmas oportunidades que têm os filhos dos ricos, teria se empenhado a fundo na
melhoria da saúde e do ensino públicos. Mas você, no íntimo, despreza o ensino,
a educação e a cultura, porque conseguiu tudo o que queria, mesmo sendo inculto
e vulgar. Além disso, melhorar a educação toma um tempo enorme e dá muito
trabalho, não é mesmo? E se há coisa que você e o Partido dos Trabalhadores
definitivamente detestam é o trabalho; então, muito mais fácil é o atalho das
cotas, mesmo que elas criem hostilidades entre as cores, que seus critérios
sejam burlados o tempo todo e que filhos de negros milionários possam valer-se
delas.
A imprensa faz-lhe pouca oposição porque
você a calou, manipulando as verbas publicitárias, pressionando-a
economicamente e perseguindo jornalistas. O que houve entre o BNDES e as redes
de televisão? O que você mandou fazer a Arnaldo Jabor, a Boris Casoy, a Salete
Lemos? Essa técnica de comprar e de perseguir é muito eficaz. Pablo Escobar
usou-a com muito sucesso na Colômbia, quando dava a seus eventuais opositores
as opções: “O plata; o plomo”. Peça ao Marco Aurélio para traduzir. Ele fala
bem o Espanhol.
Você pode desdenhar tudo aquilo que aqui
foi dito, como desdenha a todos que não o bajulem. Afinal, se você não é o
maior estadista do planeta, se seu governo não é maravilhoso, como explicar
também a popularidade? É fácil: políticos, sindicatos, imprensa, ONGs,
movimentos sociais, funcionários públicos, miseráveis, todos estes você comprou
com dinheiro, bolsas, cotas, cargos e medidas demagógicas. Muita gente que
trabalha, mas desconhece o que se passa nas entranhas de seu governo,
satisfaz-se com o pouco mais de dinheiro que passou a ganhar. Tudo, então, pode
se resumir ao dinheiro, e grande parte da população parece estar disposta a
ignorar os princípios da honradez e da honestidade e a relevar as mentiras, a
corrupção, os desperdícios, os abusos e as injustiças que marcam seu governo em
troca do prato de lentilhas da melhoria econômica.
É esse, em síntese, o retrato do Brasil
de hoje... E, como se diz na França, “l’argent n’est tout que dans lês
siècles ou lês hommes no sont rien”. Você não entendeu, não é mesmo? Então
pergunte à Marta. Ela adora Paris e há um bom tempo estamos sustentando seu
gigolô franco-argentino...
Escrito por
anônimo em 2006, acatado e endossado por mim
Carlos Mendes
sexta-feira, 14 de março de 2014
Brasileiro: Cuidado! Sua Pátria pode estar prestes a fazer de você um joguete político
O que acontecerá a partir do próximo ano no Brasil?
Pronunciamentos de Chefes Militares Brasileiros sobre o avanço da ideologia comunista dentro do governo petista
Leia alguns pronunciamentos de nossos Grandes Chefes Militares, seguindo os links abaixo:
Procure ler os jornalistas democrátas:
*Olavo de Carvalho,
* Alexandre Garcia
E nossos Chefes MIlitares:
http://www.brasilacimadetudo.com.br/audazes-comandantes/
Este site também o levará a outras patentes de nosso exército.leia-os!
Procure outros pronunciamentosjunto aos nossos militares que têm ideologia democrática e nacionalista.
Não bobeie. Teu filho, e toda atua descendência, podem lamentar pelo resto de suas vidas!
Informe-se! Atualize-se! Especialmente se você tem menos de 20 anos, ou se não teve oportunidade de conhecer de fato a política brasileira dos anos 50 em diante!
VEJA ALGUNS LINKS QUE VOCÊ PODE CONSULTAR NA INTENETE, E REMETER AOS SEUS AMIGOS:
http://homemculto.com/2009/03/31a-revolu-de-31-de-mar-de-1964/
http://br.yhs4.search.yahoo.com/yhs/search?hspart=Babylon&hsimp=yhs-004&type=br112dm31bs03af10588&p=O%20QUE%20FOI%2031%20DE%20MAR%C3%87O%20DE%201964
Pesquise principalmente nossos grandes chefes-militares não envolvidos com os chefes políticos do PT.
Informe-se, e v ocê poderá evitar uma grande catástrofe política aqui no Brasil.
Pesquisador, incomodado com as notícias que lhe vêm chagando,
Carlos Mendes.
Escritor, poeta, ex-colunista de jornais de circulação diária no Gde.ABCD
quinta-feira, 13 de março de 2014
LINHAS POÉTICAD
|
ALTAS HORAS
Por: Carlos Mendes
É madrugada e eu aqui acordado,
Embora o sono me peça o descanso.
Então sofro essa falta por estranha vigília,
cruel azorrague a mim aplicado,
Que me impede do repouso sentir o avanço
|
quinta-feira, 6 de março de 2014
CRÔNICA
Notícias de Jornal
Carlos Mendes
Transformações chegam sempre atrasadas para quem se acomoda em estado imutável.
Já os apressados são contagiados pela velocidade, pois não concedem tempo ao tempo do modernismo manifestar-se, pelo que procuram diariamente nas notícias de jornais o que amanhã será o devir do que ontem aconteceu.
Menos tensos são os que “vivem a ler novelas, descuidados no vestir”1
Este terceiro grupo não consegue notar a presença do modernismo, senão depois que os seus usos e costumes caducaram, pois, naturalmente, faltaria aos seus significativos a noção dos novos alvos que a frente se apresentaram e que poderiam alcançar, se os percebessem.
Notícias de jornal são tratadas diferentemente por cada um dos grupos acima mencionados.
Para os apressados, as notícias se tornarão rapidamente perecíveis, se o que conheceram ontem volta hoje a circular.
Os menos tensos perenizam relativamente mais as notícias de jornais. São como os poetas e artistas, que preservam o belo e os pensamentos doutrinários do vasto saber humano no presente, pois não descartam o que podem, amanhã, transformar em criações que despertem novas sensibilidades estéticas, muitas vezes somadas à criações de estudiosos de outras áreas. São os que desprezam o tempo na busca do novo!
E os pensadores? Estes dominam como ninguém o “in fieri”² dos ciclos históricos e toda a produção do novo, nas voltas sobre antigas formas do pensar o homem, a vida e o mundo.
(1)”vivia a ler novelas, descuidada no vestir" (Bessa Luís, SF, 102);
(2) Em devir (D. Im Werden), em vias de transformação. Diz-se daquilo culo pensamento envolve uma alteraçãp contínua. Os escolásticos diziam no mesmo sentido (GOCLENIOS, V a, 226B)
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