quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Reeprise de Artigo para meditação nesta época de calamidade nacional

Crime, criminoso, incriminar
*Carlos Mendes


O filólogo Pedro Luft me ensinou que as palavras são “seixos que rolaram em rios de fala”, na boca de amigos ou nos pensamentos de inimigos, acrescento eu.      
A palavra crime pode ser (ou ter sido) sinônimo de “violação culpável de lei penal”, dependendo do modo e pessoa do verbo incriminar no tempo em que ele é usado.
        Por exemplo, do ponto de vista daquele que está investido de autoridade legal sobre um “ele” do presente atual ou histórico, a prática delituosa é crime passível do castigo cominado em lei penal. Mas este poder de decisão se constitui uma ambigüidade quando a permissão inferida no exercício do poder é dicotômico em relação ao que se entende por justiça, se esta não se conformar com o direito, este uma imposição de atos justos, honrados e honestos.
O fato da autoridade só poder ser legitimada quando há permissão fundamentada no direito de bem julgar, argumenta em favor deste meu pensamento, o que num regime democrático é uma autorização recebida da polis (cidade, estado), por escolha majoritária entre os seus concidadãos.
Voltando ao Luft e aos seus conceitos sobre as palavras, concordo com o filólogo: “há uma filiação expressa em grandeza, onde os filhos serão sempre maiores do que os seus pais”, quando se fala na relação entre palavras primitivas e suas derivações. Diz ele que, quanto à evolução, “palavras primitivas são palavras velhas. Palavras que fizeram muito caminho” e fico eu imaginando como se dará no Brasil a evolução das atuais asserções sobre as filiações: Povo/democracia, democratas, democratização; justo/justiça, judiciário; lei/legalização, legalidade, legitimidade; crime/criminoso, incriminação.
Saber-se-á naturalmente o que me intriga, perturba e enche-me de cuidados. Enfim, o que me deixa perplexo quando esquadrinho as possibilidades políticas do nosso país. E por mais que eu tente encontrar neste ou naquele político, nesta ou naquela agremiação alguém ou alguma coisa em quem ou em quê eu possa confiar o devir histórico do Brasil, tenho a sensação de estar cercado de incompetência e falta de caracteres justos, tais como a honradez e a honestidade, que não são somente desejáveis, senão indispensáveis ao exercício da representatividade.
E sobre mim mesmo eu concluo que não é sem razão que reflito sobre a canseira da assistência aos programas noticiosos, sempre mais repletos de bestiais calamidade: pais marretando o côco de crianças ou violentando-as bestialmente; de homens ensandecidos com ciúmes de suas “fêmeas” – pois para tais bestas humanas esposas é que as suas companheiras não são, no sentido estrito deste nobre termo – matando-as com agravantes de crueldades.  
Canso-me por ser e compartilhar este mundo de seres disformes da originalidade com que foram criados e fico a pensar: Meu Deus, o que mais falta acontecer para o cumprimento do “tempo do fim”, que profetizaste? E isto me faz concordar outra vez com o Luft, desta feita pensando na estrutura do caráter descaído da humanidade, e repito: sim, os filhos são mesmo sempre maiores do que os pais; em maldade, concordância que dá novamente crédito à palavra de Jesus: "Quandfo o VFilgo do Homem voltar, haverá fé na terra?"
Diante de todas as evidências históricas a revelar o grande progresso científico casado com o declínio da moralidade humana e o conseqüente aumento da sua ruindade, que razões terão os inimigos de Cristo para afirmarem positivamente?

sábado, 16 de novembro de 2013

AS FALAS DOS QUE “SE APRESENTARAM A POLÍCIA FEDERAL HOJE, 16/11/2013”

AS FALAS DOS QUE “SE APRESENTARAM A POLÍCIA FEDERAL HOJE, 16/11/2013”
(LEIA-SE: PRESOS POR CORRUPÇÃO E BANDIDAGEM, NO SEU JORNAL)

Muito ruim não saber calcular se o nosso Brasil é um país democrático e bem assentado em pilares Republicanos.
Ora, se a coisa governada é pública, não pode a sua governança ser privada, isto é, de algumas classes, como as antigas classes dos barões, reis, papas e imperadores.
Ruim, e difícil de ser afirmado, se depois da nossa Proclamação da República tivemos mostras políticas que nos autorizam afirmar, incontestavelmente, que os ideais republicanos foram consolidados no Brasil conforme a concepção platônica da Res-publica.
Para banirmos os laivos de prepotência política herdada da confusa relação platônica da convivência do soberano como doador da garantia do “bem estar” da “coisa pública”, precisaremos repensar a Res-publica de Platão, aperfeiçoando-a para que evitemos as ocorrências parecidas com as antigas formações dos burgos. E desta posição saltarmos então para a excelência de um regime republicano-democrático ideal, onde a “ta polityca” esteja voltada exclusivamente para o dever de garantir plenamente a liberdade democrática e o “bem-estar” geral do cidadão e sua família singular: A família de cidadãos diretamente consangüíneos, vedadas todas as possibilidades (ou riscos) de voltarmos a ver novamente a ocorrência das formações de feudos, que dividem os entes sociais e a nação em cidadãos  distinguidos por diversas classe sociais superiores.
Ora, individualmente o homem tende para inclusões ou exclusões; simpatiza com “A” e antipatiza “B”; tende, portanto, a incluir ou a excluir um e fazer o contrário com outro, sendo esse um problema humano insolúvel a nível de convivência social. Isso pode perfeitamente ficar restrito ao comportamento, ou significar ameaça à segurança pública, e para este caso só podemos esperar numa boa justiça e segurança pública imparcial, de onde nos vem a noção de igualdade de todos perante a justiça, nada além disto podendo fazer-se, senão, mesmo assim com relatividade, com uma perfeita administração de justiça social que promova o crescimento harmonioso dos atributos humanos igualitários para toda a população. Este ideal, ainda que relativo de com planejamento a longo prazo é de difícil consecução, especialmente quando temos de partir de resultados produzidos por políticas injustas, como são, absurdamente as brasileiras, que estão a nos oferecer um país, com pouco mais de 5% de cultura superior muito abaixo do padrão dos países mais desenvolvidos do planeta
        Reconhecendo-se, finalmente, que Democracia é um regime de governo “que emana do povo para servir o povo com absoluta eqüidade”, só poderemos pensar um governar que tenha como “mandante[1] o povo e, como “mandatário[2]” o político, tanto a nível legislativo, quanto executivo.
O foro mais avançado e poderoso de uma nação é o seu povo, desde que não possua interesses públicos e nem seja funcionário público em nenhuma autarquia, nem esteja sob favores governamentais de quaisquer instância.
Estes foros devem ser revestidos de reconhecimento popular em suas jurisdições, serem por eles indicados a constituírem-se “Foros Para Fiscalização Permanente da Política Nacional”. Uma Confederação Nacional destes foros deve surgir a nível nacional, no mínimo com um serviço de assistência jurídica competente no trato de questões políticas, organização jurídica geral e para encaminhamentos de denúncias, pedidos de investigações de políticos no exercício de seu mandato, processos de cassações, etc.
Os foros, cada qual em suas jurisdição devem lutar por seu reconhecimento oficial como órgão popular de investigação de políticos em geral e de encaminhamentos processuais a políticos desonestos.
Uma Confederação Nacional deve surgir desta iniciativa.
O povo brasileiro verá o quanto pode a nação enriquecer, e com ela o seu povo, através de medida como esta, ou similar, mais avançada.  
Carlos Mendes.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Pirataria eleitoral


Leiam e distribuam este ALERTA!

 

HACHERS ou "RACHERS" tentaram violar o sistema eleitoral

Acessem o linke:


E comprovem como é que estão elegendo os malditos políticos que estão infelicitando o Brasil?

Escrito por ESPECIALISTA EM AUDITORIA ELEITORAL

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Artigo: Nossa Vida Sub-Judice

"Adhuc sub judice lis est." A lide ainda está sob [apreciação do] juiz” é a trágica situação de um “reles” civil. Há infinitos exemplos de uma outra ordem jurídica alheia a elementos civis que cobrem, protegem, guarnecem a sanha ilegal dos elementos civis eleitos e/ou nomeados por estes a cargos executivos em qualquer um dos três poderes no Brasil.Vamos eleger apenas um exemplo entre os miríades disponíveis em toda a longa história de injustiças, que vêm a décadas (antes sob o gládio dos monarcas, e depois da proclamação da república, dos políticos, que fazem política em causa própria), oprimindo o indivíduo da área civil no Brasil, que sempre foi e continua sendo “burro de carga”, sobre cujas costas está o pesado Estado brasileiro, sem nunca ter dele obtido a contra partida do benefício público que a outra classe, a política, consegue antes mesmo da primeira instância nos processos de incriminação deles contra a ordem pública que enfrenta e que nunca foi inaugurada oficialmente pelos legislativos brasileiros, quando o sujeito da transgressão às leis é um ente político desfrutando as benesses do poder. Dizem que alhures sucede o mesmo, desfaçatez sem mérito argumentativo, pois a massa humana sem princípios éticos, morais e espirituais é a mesma em qualquer parte do mundo. Nenhuma novidade argumentativa meritória, portanto, nesta torpe, vândala, ignóbil, e não sei quantas mais adjetivações pejorativos caberiam aqui nesta minha argumentação revoltosa.
Que nos maltratem, trucidem e humilhem, proclamo como ente civil. Que façam lá o que quiserem, pois: o que vale a vida sem liberdade, igualdade e fraternidade, anseios pelos   quais Jean-Jacques Rousseau sofreu desprezos de toda sorte, por pregá-los pela primeira vez como bem social inalienável ao ser politycos como ideais a um regime político justo. Sua obra empoeirou-se nas galerias do saber humano! Foi relegada a simples folclore e não permaneceu ativada na vida pública real, porque pusilânimes são todos os homens do mundo; em todas as épocas o foram (ressalvando-se na da queda da bastilha), e continuam sendo! Por covardia nunca seguem em frente na defesa dos justos ideais. Basta o barulho de um desembainhar de espada; um clic armando o gatilho de uma reles garrucha, e logo o homem se mija de mêdo. E assim segue ele vivendo sob o tacão das botas militares comprometidas com o fausto enganosamente prometido pelos chamados poderosos deste mundo governado por políticos descaídos de todas as virtudes humanas!
Bem, chego ao que de fato propuz excrever neste artigo.    

            Há entre nós “defecadores” de histeria nacional, que redigem uma história nacional que lhes acoberte a ânsia pelo poder. Parece-me que entre o final de cinqüenta e início de sessenta foram queimadas as verdadeiras páginas de nossa história, que pelo assassinato dos xseus dois idealizadores, não chegamos a grande possibilidade de sermos uma pátria verdadeiramente justa e democrática, pelos que tudo no momento tudo está à venda entre nós. Até mesmo as consciências cobertas por juramentos acadêmicos.

            Que droga de país está sendo arquitetado pela infame rede dos famintos pelo poder. Nossa pátria é hoje em dia um país conquistado. Nele quase não existe mais o ideal da verdadeira brasilidade.
            Só não consigo entender a escolha atual do governo da Capital do nosso Estado de São Paulo, digo-o quase a rir, pois é muito forte a minha convicção da fraude eletrônica perpretada pelo clube de políticos atuais, parecendo-me que barrarão renovações que lhes possam causar graves problemas criminais. Certa vez, em 62, quando em Porto Alegre mantinha uma filial de minha empresa, estando a fazer a barba numa famosa barbearia da Rua Da Praia, próxima à Praça da República, tratando com alguns empresários locais, ou depois, saboreando as carnes preparadas na Taberna Gaucha junto a roda de amigos e funcionários locais; quando das viagens de ônibus entre Porto Alegre e Caxias do Sul, a conversar com outros passageiros, desde gaúchos de Bagé até os descendentes de italianos estabelecidos nas serras gauchas, isto logo em seguida à  renúncia de Jânio, gaúchos guapos crentes na virilidade daquele que cedo nos decepcionaria, me inquiriam sobre a paralisia paulista em face ao fato: “Che, nós estávamos preparados para marchar para São Paulo e garantir com vocês o governo Jânio...
E agora, pleito passado, lá nesse sul de gente viril, o Tarso! Que barbaridade, Che!
            Estou demasiadamente decepcionado para aceitar a paralisia dos velhos nesta nova quadra de minha vida. Quando jovem, imaginava-os sérios, graves, destemidos defensores de suas enormes proles! Nunca excogitei desistir da luta e agora em nada prezo a minha vida, seja porque estou velho e cansado, seja porque não desejo viver aquele arremedo de liberdade de minha juventude; seja porque essa olhada para o passado significa muito maior herança para eles do que valores que estivesse vendo naquele contexto. Transtornar este dissabor valeria muito mais do que a breve vida, que “aqui e agora” tenho de reserva para viver. Eis com isto um bom motivo para me descartarem, como o fizeram com Celso Daniel e o Toninho do PT, se influência poderosa tivesse o meu discurso político nesta nação tiririca, como é costume de um meu amigo e jornalista lá do norte/nordeste quando se refere ao nosso Brasil.
            Pergunto, para prosseguir: "Para que tantos Partidos, se a teta onde todos os político brasileoiros é somente uma?
            E quantas siglas para nos afanarem!... Para citar só uma: PAC, programa de aceleração (da cachorrada).              

            Atualizando o meu discurso: Dia destes atrás, se você não leu nem ouviu, eu informo: Lula, "o elo perdido de garanhuns", falou todo "enfezadinho" que: "se lhe encherem demais o saco, ele volta a ser presidente em 2008". BRASIL, ACORDA! Será que eu pirei, ou estarão os meus irmãos brasileiros tontos, cegos, surdos e mudos?
            O "Bolsa Família", que tira dinheiro do sul para distribuí-lo para mais de 30 milhões de irmãos analfabetos do norte que, juntamente com as fraudes eletrônicas da urnas dá volto  certo para esse mega-analfabeto Lula, ex-presidente do Brasil que aqui no ABC trabalhou 9 anos e pouco como metalúrgico, ganhou fama injusificada de defensor do operariado e, então, deixou o torno da Volks cortar seu dedinho mínimo para aposentar-se e perseguir o seu sonho de "malandro", ganhar fama como defensor do operariado da grande Via Anchieta; tornar-se o chefe de sindicato mais famoso do Brasil até chegar na Presidência (4 tentativas consecutivas em eleições) até vencer em  2001, sonho dos grandes "gatunos" de nossa política, que a partir daí, virou um clube de eletivos através do "bolsa família" junto com a fraude eletrônica na urnas. Quem duvida disto é bôbão ao ponto de crer em Fada Madrinha! Não conhece do que são capazes os grandes "Hacker"
SonbreHacher: Em informática, hacker é um indivíduo que se dedica, com intensidade incomum, a conhecer e modificar os aspectos mais internos dedispositivos, programas e redes de computadores. Graças a esses conhecimentos, um hacker frequentemente consegue obter soluções e efeitos extraordinários, que extrapolam os limites do funcionamento "normal" dos sistemas como previstos pelos seus criadores; incluindo, por exemplo, contornar as barreiras que supostamente deveriam impedir o controle de certos sistemas e acesso a certos dados.
Sei que a maioria dos nossos irmãos brasileiros não sabe o que é isto. E nem podem mesmo saber, porque os malditos coronéis, tanto os da época do império quando, quanto os novos coronéis, agora da política, nunca lhes quiseram dar estudo de qualidade, quanto mais estudo superior.
Malditos políticos que não amam a pátria, pois a pátria  é gente, gente brasileira e não norte, ou nordeste, ou leste ou oeste, e nem mesmo este sul, onde pelo menos temos instrução superior a da Argentina, pois neste São Paulo existe mais do que 36% de brasileiros com curso superior. A pátria é toda a nação Brassileira!
E precisamos exigir um plano que em poucos anos nos deem irmãos do norte ao sul com as mesma possibilidades de serem felizes. Irmãos, população geral, com milhões e milhões de brasileiros com curso superior.
Os irmãos brasileiros do Brasil Central até ao sul, devem unir-se para tomar pelo voto legal, não o voto eletrônico concedido fraudulemntamente pelas urnas ou "bolsa-esmola-que-vale-voto-para-políticos-canalhas", mas sim bolsa provisória até elevar todos os brasileiros a um grau razoável de cultura escolar que lhes garanta capacitação pessoal para eleva-loa à condição de trabalhador especializado, que possa sobreviver com dignidade, sem precisar de favores de quem-quer-que-seja!

OS IRMÃOS DO NORTE, NORDESTE E OUTRAS REGIÕES EMPOBRECIDAS POR CAUSA DAS ANTIGAS E MALDITAS POLÍTICAS DEVEM LUTAR POR ISTO. NÃO PELA PORCARIA DO LULA. E FALO PORCARIA, PORQUE É PORCARIA MESMO, POIS NÃO APROVEITOU A OPORTUNIDCADE QUE O SEU PAÍS LHE DEU PARA APRENDER; SER HOMEM BEM FORMADO. NÃO APENAS "LADINOI" COMO SE TORNOU, POR SER UM "MALANDRO" CONSUMADO. LULA ENVERGONHA O NOSSO NORTE-NORDESTE. E  POR ISSO, TAMBÉM  ENVERGONHA TODO O NOSSO BRASIL.

TERMINANDO:

Não quero mais lutar, pois aqui no Brasil não há meio de lutar "ombro-a-ombro". Qualquer um inventa a sua tese, de modos que temos milhões delas. Somos um povo dividido, ou pelo orgulho pessoal, ou por compromisso com os grandes grupos dos profissionais-formadores-de-opinião, que mudam deste para aquele compromisso pessoal por vantagens pessoais das mais diversas.

Nosso povo precisa praticar o verdadeiro patriotismo. Os poucos "bufões" ricos, bem-de-vida, que temos estão viciados na mamata, na malandragem, ainda que dela não precisem por serem bem-formados escolasticamente, mas muito mal formados familiarmente. São mais "Dandis" do que cidadãos amantes dos valores morais que fazem diferença, dos quais sobreleva-se o Amor à Pátria Amada, povo brasileiro - com cidadãos abastados, ou não - sem quaisquer diferenças pessoais ou sociais, amantes do bem-estar de todos os cidadãos, companheiros fiéis, sem distinção de raça, cor, ou posição social. Estes conclamo à união fraterna e à favor de uma política que leve em consideração o amor fraternal, o qual se ocupe com a opulência de todos, e seja capaz de reconhecer que é falso o discurso do incauto ou mal intencionado Rui Barbosa ao proclamar que: A Pátria, família amplificada, não pode compor-se da opulência de todos.
Portanto,  é aos pobres e injustiçados que me dirijo e peço, como quem sabe com absoluta certeza que o Lula é bode disfarçado de carneiro. Quer fama que não merece, não por ser nordestino, creiam-me. Tenho no nordeste muitos e bons amigos, grupo no qual nunca incluirei o Lula.
Irmãos nordestinos,  eu lhes peço para esquecerem o Lula como político. Ele não tem qualidade moral nem para ser líder num chiqueiro de porcos. Com certeza roubaria algum deles para fazer a ceia de Natal deste ano. Não pensem que o estou ultrajando, ele é que está ofendendo o povo brasileiro!
Vocês viram pela televisão o comboio com nove  grande jamantas cheias de bens que ele acumulou durante os 8 (oito) anos em que governou o Brasil?
Vocês não sabem que ele é hoje um dos homens mais ricos do Brasil? Podem calcular o quanto ele enriqueceu nesses oito anos? Sabem com certeza quanto enriqueceram os golpistas do mensalão, e outros não mencionados?

Eu sou um brasileiro que trabalhou na engenharia operacional da Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão, baixada santista do Estado de São Paulo. Fui da primeira turma que tocou a primeira refinaria de petróleo no Brasil (1953 a 56); e de 56 ate 1962, continuei no setor, como chefe de turno.
De 62 a 1997, fui empresário e parceiro da Brastemp S/A, a maior empresa fabricadora de eletrodomésticso de grande porte na América do Sul, onde conheci de perto o peçonhento caráter do Lula. Fui sempre muito bem remunerado (com grandes salários) e nos longos anos que comandei minhas empresas, comandei-as como respeitável empresário, com diversas formações superiores e frequentando o seleto clube dos médios e sgrandes empresários do Grande São Paulo. Sabem no que consiste minha riqueza pessoal, hoje em dia? Três filhos com formação superior, uma casa com 300 metros quadrados e o prédio de minha última empresa, hoje alugado para uma empresa comercial. Aposentadoria, minha e de minha esposa, e aluguel, eis meu honesto e suficiente patrimônio, e rendas pessoais.

Meu Deus! Me perdoem! Que coisa mais tola e burra, achar que um político dirigente do Brasil, com a formação de um Lula da vida, merece a fortuna que ele tem por oito anos trabalhando como torneiro mecânico na Volks e,  depois, outros oito anos sentado na cadeira de Presidente do Brasil. Ser presidente do Brasil é cargo altamente importante, sem dúvida! Cargo não só importante, como de altíssimo respeito mundial! Afinal o nosso Brasil é mesmo uma grande nação! Não é uma naçãozinha qualquer! O Brasil não merece um Lula qualquer! Não por ele ser quase analfabeto, pois poderia pelo menos usar honestamente a inteligência que certamente possui, e não ser desonesto e estar, apesar de ter sido duas vezes presidente do Brasil, estar sob suspeita de ter favorecido por corrupção ou total incompetência, roubalheiras tão grandes e formações de quadrilhas políticas tão poderosas, que estão a impedirem a apuração das roubalheiras cometidas sob os olhares de um Chefe de Estado de um país tão importante quanto é o nosso Brasil.

Vocês nem desconfiam que o partido dele (o PT), talvez terá aqui, e em outros lugares do mundo, mais dinheiro do que o nosso tesouro nacional?

"Tesouro Nacional", riqueza que pertence a quase 200 milhões de brasileiros! - Acorda Brasil !

Eu desconfio e com ótimas razões. Não posso provar como, talvez, ninguém o consiga fazer, a não ser com a  cooperação dos  grandes líderes dando total apoio de um "limpa o Brasil" ante a justiça nacional, com o concurso especial de Dna. Dilma, e amanhã? Se a quadrilha do ex-presidente Lula continuar no poder, vocês e eu, eleitores do norte ao sul, como é que vamos tapar o rombo no nosso tesouro nacional? Como é que vamos sair da vergonhosa situação de figurantes entre os países cuja população tem os menores índices de instrução superior? Vamos continuar vivendo de plantações? Olhem! Podemos ir definitivamente para um poço sem fundo, um buraco incaalculável! Saberemos todos calcular quanto se enriquece com a produção, da "mão-à-bôca"? Saberemos calcular quanto dá de retorno (lucro) a exploração de todas as nossas lavouras, sem os parques para a industrialização de seus produtos? Saberemos, todos, que as técnicas industriais exigem trabalhos técnicos que exigem formação escolar de nível médio e que está na industrialização o grande lucro da comercialização desses produtos do campo? (11 anos de estudo interrupto para dar um grande salto lucrativo pela industrialização dos produtos cultivados por plantiooutras). E o que pensar de e outras técnicas que exigem superior com 16 a 19 anos interruptos de estudos, no mínimo?)

Agora se perguntará: Então, se suprimirmos as Urnas Eletrônicas; sem colocarmos o Partido dos Trabalhadores (PT) fora do páreo eleitoral, consertaremos tudo? NUNCA! Quando o maior líder é apenas um homem com cultura mediana, que inspiração haverá nesse meio para conquistas de grandes metas na formação nos diversos níveis de cultura superiores?

A minha resposta, definitivamente é: NENHUMA!

Então, o que fazer?

            Para isto eu tenho uma primeira resposta que todos os partidos; todos os malditos políticos desonestos rejeitarão.
            Mas há solução para este gravíssimo problema; gravíssimo porque se não houver o apoio (apoio somente) de militares das forças armadas; militares das forças públicas estaduais em Estados com governos comprometidos a instalação definitiva do plano que o nosso Brasil nunca teve: DEMOCRECIA REPUBLICANA (Discutamos seriamente o que é isto); e, acima de tudo, fibra patriota que coloque a "Pátria Amada e Idolatrada" acima de tudo e de todos (pátria, o conjunto de todos os cidadãos; de todas as famílias), enfim, façamos pela primeira vez na nossa história o que nos ensina o hino da Pátria: "Porem se a Pátria Amada for um dia ultrajada, lutaremos com valor", ainda que seja necessário, declinarmos de nossas própria vidas, pois o que interessa vivermos prisioneiros (sem liberdade absoluta dentro dos mais rígidos padrões morais e de patriotismo)? Pátria é "a família amplificada, que tem como dever: a honra e a disciplina", dever e quinhão comum de toda a sociedade civil, da qual nasce, por escolha da maioria do povo, a classe política; aquela, mandante1

Carlos Mendes

Esta é a minha palavra final sobre política nacional
É encarar ou "mdeter o rabo entre as pernas!

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Artigo

Eleitores brasileiros caem fácil na conversa de jornalistas políticos blasonadores
Por: Carlos Mendes


Blasonador é um sujeito cheio de gabolice; aquele que comete bazófia, fanfarronice, jactância. (É um Lula da vida!) 
O cidadão eleitor e os formadores de opinião ocupados com o jornalismo noticioso político, precisam prestar ao nosso país serviço de alta relevância político-democrático, para “Livrar o povo brasileiro do engano”, que os políticos inimigos do regime democrático estão lançando, traiçoeiramente, para conseguir pelo regime do voto democrático resultados contrários ao pensamento da liberdade política que somente a democracia oferece.
Chamo de discurso traiçoeira toda estratégia de convencimento, ao eleitor, a aderir a um valor político apregoado como democrático, sem o ser.
Vou apontar uma dessas estratégias. Ela foi usada hoje(24/10/2013) pelo (Editorialista?) de um pequeno tablóide semanal distribuído grátuitamente na cidade de Ribeirão Pires. Para esclarecer a gravidade do fato, quero que o leitor saiba, se ainda não o souber, que o editorialista é a pessoa que num órgão da imprensa está encarregada de escrever o editorial, artigo que expressa a opinião de um órgão de imprensa.
O editorial defende os esplendores da relevante estratégia de planos como o “bolsa família”, que está verdadeiramente dando certo  (em países ricos e com regime político adiantadíssimo), usando a Suíça como exemplo nascente desta estratégia!
Revolta saber que o mentor, e depois dele o autor deste estratagema, está às portas de uma eleição majoritária que pode ser decisiva para o anseio mais do que justo de colocar o Brasil no concerto das grandes nações do mundo.
Afirmo que não se chega a isto com estratégias fora do tempo próprio!
As estratégias que objetivem igualar mais justamente padrões econômico-sociais para elevar padrões mais baixos e diminuir gradativamente as desigualdades sociais, demandam um controle da riqueza nacional de pequeno, médio ou longo prazo de planejamento, conforme seja a distribuição de renda atal, em função das capacidades produtivas do povo em geral. Disto o Brasil está descuidado a séculos, e o que se vê pelas bandalheiras cometidas por nossos políticos em favor de si próprios e de seus apaniguados, que estão a lhes garantir o controle da rapinagem, já vêm de longos séculos. Vê-se por aí que o anseio do empolado FHC e do não menos empolado Lula, figura patética de poder político injustificado, só aos brasileiros incautos pode persuadir.
Os brasileiros eleitores devem analisar esta questão que se coloca pelo pequeno jornal, talvez cúmplice do que em ciência aplicada chamamos de experiência laboratorial que, se der certo em células experimentais, pode ser ampliada.
O povo Suíço não ficou rico, próspero e culto da noite para o dia. Riqueza, prosperidade e cultura se constroem através dos séculos. Nos os perdemos desde o império e também após a nossa instituição republicana. Em função da nossa maldita política coronelista os perdemos, não pela falta de patriotismo de quem vem trabalhando duro para instruir-se, assimilar e desenvolver continuamente novas técnicas de gerenciamento produtivos de meios para enriquecimento, o qual não se dá só pela mera exploração, como afirmam os embusteiros socialistas. Como os que, agora, querem fazer os autores da política de inferior qualidade moral e técnica dos nossos dirigentes, de partidos (valha-me Deus: Quantos!) e em nossas cidades, estados e nação.  

País, não se deixe desgraçar pelos mal-informantes! Eles certamente passarão e amargarão o anonimato, se a nação não lhes der crédito.

Carlos Mendes.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

ONIOMANIA


Crônica de: Carlos Mendes

         Aquela tarde prometia, por isso encheu a bolsa de recursos numismáticos antes de sair de casa.
  Pegou taxi para não perder as promoções anunciadas nos estabelecimentos do centro da cidade, onde morava.
    O folheto com maia ofertas era o do super-mercado. Tirou-o da bolsa, cuidando para que as cédulas de cem reais não saíssem ao puxar o gordo folheto.
    No meio da tarde, entrava numa loja de inutilidades domésticas, folhas promocionais de outras lojas seguras numa das mãos e óculos de média distância na outra, para facilitar-lhe as comparações necessárias entre lojas concorrentes nos mesmos itens em promoção.
   Em cada loja ela ia depositando os objetos comprados no balcão dos porta-objetos, para depois retirá-los. Eram pacotes e mais pacotes, que no final da tarde encheram o porta-malas do felizardo taxista que levou-a às compras e agora voltava para levar a feliz compradora e passageira com suas compras, de volta para casa.
    Na semana seguinte, repetindo a costumeira cena das semanas posteriores às compras, ela saiu distribuindo os novos trastes comprados, pois lugar não havia em sua dispensa e armários para os guardar.