sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Leia, tome nota e entre nessa


I M P O R T A N T E!
Carlos Mendes indica:

LEIA - SEM FALTA -, O CONTEÚDO DO LINK ABAIXO:

http://mail.terra.com.br/105.0trr/reademail.php?id=18886&folder=Inbox&newwin=

Incrível! Este link não surte mais efeito. O que aconteuceu-lhe????

E depois, se quiser, continue amando a pobreza, o sub-desenvolvimento, o indigno viver covarde de brasileiro frouxo, rendido ao poder político “podre” implantado à décadas para nos maltratar e humilhar! Continue sendo burro, sendo estrangeiro de coração e com carteirinha de petista.

Mas se você é brasileiro de fato. Amante da classe dominante (a sociedade civil que a todos engloba, especial e indistintamente, e depois, em segundo plano, mas também dentro da sociedade civil, os políticos). Se você é brasileiro de corjoso, indigne-se pra valer depois de ler o link que acima recomendei.
Carlos Mendes
RG 3.770.O29
Sem medo de morrer por uma pátria verdadeiramente livre, mãe justa e gentil para com os seus filhos

Sobre mim afirmo: “Não me convém mais ver os rumos que a pátria toma; porque sofro demais pensando no futuro de minhas gerações. Creio, particularmente em Deus, e isto com certeza de salvação eterna outorgada por seu filho, Jesus Cristo, sabendo eu que minha fé so pode ser salvação para mim, não valendo por acúmulo para mulher ou filhos meus! Mas, ai daqueles que vivem sem a minha fé (assim a Palavra Eterna de Deus adverte): Perecerão duas vezes: Aqui nesta pátria seqüestrada pelos políticos da pior índole na face da terra, pensando serem livres quando na realidade são escravizados politicamente; e, posteriormente, com padecimento eterno. E não se perece eternamente sem uma sobrevida de eterna morte horrenda, que é a vida de “bons” ou “maus”, segundo os medíocres pensamentos religiosos que acham que são as religiões os veículos salvadores, e não e tão somente Jesus Cristo, o Filho de Deus imolado na cruz pelos nossos pecados.
Depois de ler o link, consulte um “não petista” a razão de ser de tão grande transformação nele relatada.

Um chargista verdadeiro


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Parênese



A Natureza e o Homem

Se Conheceram  depois do ato criativo.
Olharam ao redor e apreciaram a harmonia do todo.
A Natureza envaideceu-se ao ver-se bela, agradável e boa; o homem traçou planos construtivistas para criar um portal que exaltasse o belo daquele envaidecer, pedindo à natureza: - “Dá-me quatro mudas daquela grande árvore do jardim.
Sem pedir esclarecimento a Natureza atendeu o pedido do homem, que abriu um caminho reto cortando o bonito prado ondulado, por ele cultivado. Depois plantou duas mudas das árvores à direita de uma baixada e outras duas à esquerda.
Por  cerca de dois séculos as árvores cresceram entrelaçando os seus copados, que formaram entre si densa folhagem, que o homem aparou sobre o  caminho que abrira, dando ao copado forma de um portal.
A Natureza perguntou-lhe a razão de ser daquele expediente construtivista e o homem respondeu-lhe:
—- Deus deixou-te para a minha morada, depois de recolher para o céu o lindo Jardim do Edem, de onde expulsou-me,  
devido a transgressão de minha mulher, seguida da minha. Tu és, ó Natureza, a parte da criação que nós corrompemos e lugar para onde fomos expulsos do formoso Jardim de Deus.
Então preparei-te com as duas árvores um portal que me lembre de um dia ultrapassá-lo pelo arrependimento, para voltar à minha morada no Édem, Jardim de Deus.
E por quanto tempo nele permanecerás, perguntou a Natureza.
Eternamente, respondeu o homem, visto que arrependi-me da desobediência e Deus perdoou-me.
E a tua mulher? - insistiu a Natureza.
Pergunta a ela, pois com certeza não posso afirmar nada por ela.
E eu? voltou a natureza a perguntar.
Serás desfeita, mas sem sofrimento, pois alma não tens!

De: Carlos Mendes, inspirado na bela gravura recebida de minha irmãzinha Fidalma Guarini








Crônica


Digestões

As operações de minhas vísceras abdominais, remoendo os elementos antes encharcados da saliva durante a cuidadosa mastigação, enfatizam a eficiência do procedimento anterior.
Sinto-me bem disposto, e sem desgosto me levanto, tiro a mesa e ponho-me a lavar, enxugar e a guardar os pratos, travessas e talheres. Assim ocupado, faço os cálculos da necessária caminhada, complemento virtuoso de minha digestão.
Isto é apenas um sonho besta passando pela insistência produtiva dos pensares, em mim, riquezas que consistem nas produções intelectuais das virtudes que me faltam. Vejo, então, que me ocupo tão somente da boa digestão intelectual. Isto, porque desprezo as práticas? Que responda a letra de um cancioneiro evangélico, que a tempos eu ouvi: “O coração do homem pode fazer planos (...) esquadrinhar as condições do mundo e o destino desta vida. Mas, a resposta certa sempre será e sempre virá, tão somente de Deus.”
As respostas dos homens eu as conheço, pois sou da mesma espécie, ou seja, a que deixou de ser semelhança Daquele que tem “a resposta certa”, podendo, então, uma resposta provinda do meu descaimento presumir a falsa existência de sabedoria superior; neste caso, se o ouvir não estiver Dela municiado para oferecer resposta como solução ou refutação, faz do ouvinte uma praça sem defesa contra ataques e ocupações injustificadas, pois há respostas “esgrimistas”, que classifico fúteis, ociosas e inúteis para esclarecer questões e fatos com definições claramente proveitosas ao uso da razão...
... E isto tudo surge no recôndito de minhas lucubrações. É, e ao menos me encontram com o estômago cheio...

Carlos Mendes,
Escritor e poeta 

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O assunto que não pode calar II


Homossexuais e os dois feitos da imagem
        
       Diz o psiquiatra que a imagem protege a intimidade das pessoas, pois ela existe para isso. “É uma forma de defesa que permite que a pessoa não exponha os traços mais íntimos de sua personalidade para qualquer um”, acrescenta Paulo Gaudêncio, psiquiatra pela Associação Médica Brasileira, pois a superexposição romperia a imagem, surgindo a pessoa que encarna. Mas quando a imagem manda na pessoa em vez desta mandar naquela, o estado do paciente pode se tornar patológico.
       Na semana em que FHC empunhou a bandeirinha do movimento “Orgulho Gay”, pelo menos dois apresentadores muito ladinos, que exploram a ostentosa massa difusa que dá Ibope, não só aqui no Brasil como em todo o mundo, levaram para os seus programas alguns  casais  homossexuais para falarem desse inexplicável orgulho. Perguntado a uma “madame” como os “filhos” sob o pátrio poder do “casal” reagiam aos arroubos das carícias de amantes trocadas entre o “casal”, pois estranhariam ao ver dois homens ou duas mulheres envolvidos por elas, disse o “ela”, que era ele, que as reservavam para os locais onde podiam ocultá-las das crianças. Essa “madame”, se o dizer do psiquiatra não esconder asserções mais reservadas à esfera que lhe é própria, tinha sido bem “domesticada” pelo cientificismo praticado nas clínicas das almas, quando se usa este verbete em oposição a espírito. Como uma ema a esconder a cabeça deixando o seu grande corpo de fora, a “matriarca” sente que não poderá  ser  recriminada por nada, desde que nada se ofereça ao testemunho ocular “das crianças”.
         Mas assim como os filhos um dia descobrem que não foram trazidos ao mundo pela cegonha, também os tutelados por casais homossexuais descobrirão um dia que nenhum dos seus tutores tem parceiro ou parceira de sexo oposto e concluirão então que convivem com um paradoxo que tenta atribuir-se qualidade de família.
         A geração à qual eu pertenço conviveu melhor com essa coisa amorfa, pois os pederastas e as lésbicas não conseguiam tirar a “capa” e confundiam a sua identidade com a sua imagem, que é o estado patológico referido por psicólogos, psicanalistas e psiquiatras ao afirmarem que isto ocorre quando a imagem passa a mandar na pessoa; e cumpre hoje ser mandatário sobre uma imagem irreal, pois o homem e a mulher homossexuais não precisam mais tirar a “capa” diante de uma sociedade que o tem como igual, pois assim o assegura o liberalismo dos direitos individuais.
         A nossa sociedade hodierna está pagando altíssimo preço pela falta de discernimento dos direitos constitutivos da honra, da disciplina e do dever no seio das famílias, quando falamos nos direitos inalienáveis de cada indivíduo, esteja ele ou não no estado de “conduite”, palavra francesa que o André Lalande define como o estado de uma pessoa que governa bem – isto é: com saúde mental – os seus impulsos. E podemos até abdicar do estudo  da complexa estrutura mental  para  bem definirmos  o estado sexual bom,  pois o estudo da anatomia do corpo revela bem as funções de cada um dos nossos órgãos, e o bom senso moral e  ético não recriminam o bom uso dos órgãos nas suas funções específicas, mas sim o abuso, que o equilíbrio emocional pode perfeitamente evitar.
         Então o enfoque da problemática da homossexualidade não passa por um reconhecimento social do valor genuíno dessa prática sexual, pelo que se poderá atribuir legalidade a ela, prática,  ainda que a toleremos por efeito da estima de que todos são merecedores, quando entendemos necessário o suportarmos com paciência esse mal social até que lhe extirpemos as causas.
         Voltando às crianças vivendo sob a tutela de pais homossexuais, lembramo-nos também da desfaçatez do argumento de uma mulher que teve uma filha com um homem, do qual se separou para não continuar recebendo os maus-tratos que a afligiam. Depois da separação ela uniu-se como fêmea a outra mulher, dizendo que finalmente encontrara a felicidade, pois além de satisfazê-la sexualmente a parceira não a maltratava.
         A filha dessa mulher tem muito pouca probabilidade de encontrar a sua própria identidade e há pelo menos duas possibilidades para ela ser infeliz. A primeira, tornar-se parceira num relacionamento homossexual igual ao da mãe, pois pai é que não tem, estigma que a acompanhará até o final da vida, ainda que   possa  ser  reconhecida  como  cidadã  protegida pela lei, que é outra falácia do “orgulho gay”, pois jamais a lei o protegerá, senão de possíveis ofensas causadas pela natural repulsa a comportamentos distintivos da anti-criação; a segunda possibilidade de ser infeliz estará presente no seu sentimento de culpa diante da possível constatação de ter contribuído, embora involuntariamente, para a inscrição na mente dos seus colegas de escola e amigos da idade o conceito de legitimidade de seu meio familiar, podendo no futuro vir a constatar que essa desgraça atingiu outras mentes inocentes, quanto o era a sua na ocasião em que a sua mãe depravou-se. Mas não faz mal, desde que a insaciável mãe de tão sórdida escolha esteja a gozar as delícias sexuais que a sua mente doentia escolheu.

Carlos Mendes

domingo, 17 de fevereiro de 2013

IDEIAS

Feliz João Fumaça


Lendo A Felicidade Obrigatória, do escritor e jornalista Walcyr Carrasco, publicada em revista nacional, rumei a tempos passados e recentes. "... a felicidade ficou tão efêmera quanto os últimos lançamentos da moda. É traduzida por símbolos: a roupa de grife, o carro novo, o vinho caro, o restaurante elegante. Quanto mais sucesso, mais difícil tal felicidade". No quase final, de sua lúcida crônica, lê-se: "... alegrias momentâneas, que se esvaíram como fumaça". Realidades incontestes, porém invisíveis na visão supérflua daqueles de menor formação humanística. Ouvi de empresário, incluído entre os mais afortunados dos anos oitenta, a frase seguinte: "Dinheiro não dá felicidade para aqueles que não sabem comprar". Acreditava que adquirindo bens materiais os mais luxuosos. Recebendo pedidos de banqueiro para aplicação no Overnight de seu banco, com o objetivo de totalizar a cota exigível pelo sistema financeiro. Ver-se bajulado na classe empresarial. Ser notícia no mundanismo social. Mostrar-se o suprassumo do êxito. Era tudo. Não foi. Enquanto isso, em mesma época, lá em Aquidabã, pequeno município sergipano, sobrevivia um órfão de pais, da Terra e do Poder. Sem ninguém e sem vintém, comeu da caridade pública, relegado ao deus-dará. No rabo da enxada, lavrou. Desafiou o Sol por anos. Enfrentou secas. Pescou, vendeu pelos arruados, fez-se trocador de ônibus, funcionário municipal, vereador e, por final, sebista. Hoje, João Evangelista dos Santos é milionário. De felicidade. Não a comprou. Soube buscá-la. No Sebão, Mercado de Aracaju, entre os livros, perguntem ao João Fumaça seu segredo.

Geraldo Duarteadvogado administrador e dicionarista 

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Crônica


Coprófagos

Era o turno da meia-noite de um dia e mês de 1953 ou 4, iniciado há pouco mais de duas horas, quando ouvimos um estrondo seguido de clarão sobre a unidade de óleo cru, primeira da série de unidades que funcionavam a partir dela, na Refinaria Presidente Bernardes, em Cubatão, também primeira a entrar em funcionamento no Brasil. Aquela primeira turma de técnicos brasileiros especializados em operação de petroquímicas, mantinha a refinaria em funcionamento há apenas dois meses.
Eu e os meus três colegas da TG, como chamávamos a unidade de tratamento de gasolina, pressentimos por aqueles sinais uma tragédia acabada, que em seguida confirmaríamos ao ver os três corpos estorricados dos companheiros sobre o chão de pedra britada da Crude Oil Unit.
Passados poucos meses dessa tragédia, um do nosso turno, que trabalhava na mesma unidade dos colegas vitimados, e também artista iniciante na nobre carreira de pintor de quadros, ganhava seu primeiro prêmio com o seu trabalho: “Explosão”.
Mas, para as apreciações em geral, tem uma classe de gente que se diria inferior à classificação de medíocre; seus representantes, na opinião deste cronista, não tiveram capacidade para compreender aquela dor compartilhada pela primeira turma de operadores, o que o seu colega e artista tão bem a expressou em sua obra, ao misturar um punhado de argamassas com cores flamejantes arremessadas com força numa tela!...
Quantas e sucessivas tentativas terá feito o Joanis de Morais para  ver acabada a realização de sua inspirada técnica!... E, depois, as críticas mordazes de gente besta, o que mais há neste mundo de Deus!... Gente tonta e reprimida que se desmerece ao debochar de tudo quanto há de melhor no embelezamento dos relacionamentos humanos, onde preponderam as expressões artísticas em geral. Se comparássemos essa gente pelo bom alvitre dos gourmets, afirmaríamos sobre ela, que faz cara feia por desrespeito e não por falta de apetência ante os excelentes repastos por estes outros artistas e bons cozinheiros supervisionados pelos competentes gourmets. E também diríamos que encontramos coprófagos entre os depreciadores das artes plásticas plasmadas pelo barro, gesso, cera ou plasticina.

Carlos Mendes